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Os melhores Chopps artesanais

Sobre


O termo Booze Cruise se refere  mais recentemente a uma viagem da Grã-Bretanha à França ou à Bélgica com a intenção de aproveitar os preços mais baixos e comprar suprimentos pessoais como álcool ou tabaco em grandes quantidades. Pelo que se sabe, teve origem na Índia colonial inglesa quando os apreciadores de bebidas viajavam à Inglaterra em sua busca. Ganhou força durante a Lei Seca nos Estados Unidos, quando os americanos faziam "cruzeiros para lugar nenhum" para desfrutar do álcool, que legalmente poderia ser servido a bordo fora das águas territoriais americanas.

Com esta inspiração aliada à paixão pelo chopp artesanal, um dos sócios do bar criou a Booze Cruise Kombi, servindo a bebida no carro consagrado nos anos 70 que atravessou décadas de prestígio. Nesta Kombi, cruzou os 7 mares de São Paulo em eventos de sucesso, um verdadeiro Beer Truck. Daí ao bar temático retrô pertinho da Avenida Eng. Luís Carlos Berrini foi um pulo, valorizando ao máximo um ambiente gostoso e descontraído para  happy hours e finais de semana intensos e divertidos no Brooklin, regados, principalmente, à bebida artesanal  e seus vários tipos, mas também com excelentes opções de cervejas e outros drinks, além de música da boa, espetinhos e outras delícias.

Happy Hour e FDS



Venha se divertir de terça a sexta das 17 às 0 hora. Sábados e domingos das 12 às 0 hora.
Booze Cruise Garage é um bar temático, retrô, para você curtir seu happy hour e finais de semana em um ambiente gostoso e descontraído bebendo os melhores chopps e cervejas artesanais, acompanhado de espetinhos, pratos especiais e drinks. Duas a três vezes por semana tem show com uma banda convidada.
Para eventos e festas, ligue: 11 55424422

Menu do bar


Chopps Artesanais

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Booze Delícias

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Contato


  • Rua Ribeiro do Vale, 693 - Brooklin, São Paulo - SP, Brasil
  • Travessa da Av. Padre Antônio José dos Santos, a 12 minutos a pé da Av. Eng. Luís Carlos Berrini

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Blog


07Oct

Dois copos de cerveja ou duas taças de vinho diárias, segundo a pesquisa, crescem em 18% as chances de uma vida mais longa

Quer chegar aos 90 anos de idade? Segundo um estudo realizado pelo instituto americano UCI MIND, o uso moderado de álcool e café pode ajudar  para que alcancemos com saúde uma idade bem avançada como esta. Dois copos de cerveja ou duas taças de vinho diárias, segundo a pesquisa, crescem em 18% as chances de uma vida mais longa. Já o café diário aumenta em 10% as probabilidades contra quem não toma. Conclui ainda que o uso moderado de ambas as bebidas é ligado também à prevenção de diversas doenças. O estudo com mais de 1800 pessoas,  acompanhou a vida e os hábitos destes indivíduos,  com diversos testes realizados a cada seis meses.

Por se tratar de um estudo observacional, são apontadas substâncias que ligam à longevidade, mas não revelam qual exatamente o motivo para a descoberta. “Eu não tenho uma explicação exata para isso”, admitiu a doutora Claudia Kawas, coordenadora do estudo. “Mas eu realmente acredito que beber moderadamente ajuda a longevidade.”

É preciso deixar claro que não se trata de uma autorização para que bebamos todo dia, mas sim de uma afirmação ainda em estudo sobre nossos hábitos e sobre um possível benefício que esses deliciosos costumes podem nos trazer quando se é moderado no consumo.

Fonte: http://www.mind.uci.edu/research-studies/90plus-study/

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18Sep

Conheça 11 dos principais tipos de cervejas e chopps artesanais.

1. Lager

São as cervejas de baixa fermentação.  Elas são

feitas com um levedo que age sob baixas

temperaturas e na parte inferior do tanque de

fermentação. 

Em geral, têm sabores e cheiros que lembram

malte (cereais, pão tostado) e lúpulo (amargor,

aromas florais). A maior parte dos estilos alemães

e checos se encaixa nessa família.


2. Pilsen

O carro-chefe das cervejas lager foi inventado em

1842 na cidade checa de Pilsen. Antes dela, 

nenhuma cerveja era transparente, tão clara e leve

no paladar. Essas características, aliadas à invenção

da geladeira, permitiram que a bebida conquistasse

o mundo.


3. Bock

Produzida na Alemanha, ela é avermelhada, bastante

maltada e com teor alcoólico alto. Diz a lenda que os 

alemães brincavam que essa cerveja era tão forte 

quanto um coice de bode (bock).


4. Ale

O levedo com que é produzida age em temperaturas

mais elevadas e na superfície do líquido. Por isso, são

também chamadas cervejas de alta fermentação. 

Esse processo químico cria bebidas com aroma de

frutas e especiarias, bem mais perfumadas que a lager.

São Ale os estilos típicos da Bélgica e da Inglaterra,

 além das cervejas de trigo feitas na Alemanha.


 5. Weissbier

Cerveja branca em alemão, leva maltes de trigo

e de cevada na receita. A característica do estilo são

os aromas de banana e de cravo, apesar de a bebida

não conter uma coisa nem outra.  A cerveja do tipo 

hefeweizen é clara como a pilsen, mas se torna turva

devido ao fermento em suspensão.



6. Barley Wine

É uma ale de origem inglesa, bem maltada e bastante

alcoólica. Licorosa e sem gás, vai bem com sobremesas

e pode ser armazenada por muitos anos.



7. India Pale Ale

A IPA é uma cerveja carregada no álcool e no amargor.

Isso porque o estilo foi inventado para atender às

necessidades dos colonos ingleses da Índia, que 

precisavam de muito lúpulo e malte para aguentar a

viagem de navio.


8. Amber Ale Red Ale

Nome genérico dado às ale de coloração âmbar ou

vermelha, geralmente britânica ou americana. O sabor

predominante costuma ser o de malte tostado, e o

amargor varia de cerveja para cerveja.


9. Stout

Típica da Inglaterra e da Irlanda, é preta como asfalto. 

Existem opções doces, secas e até feitas com aveia.

As mais alcoólicas recebem a classificação imperial

 stout. Grossa e encorpada, levou a fama de ser um

fortificante para trabalhadores braçais e lactantes.


10. Strong Ale

Estilo genérico que define todas as ales belgas mais

fortes. A cor varia muito. As mais claras, chamadas de

strong golden Ale, têm aromas complexos de frutas e

especiarias.


11. Dubbel

As cervejas desse estilo belga são um parque de

diversões para os sentidos. O sabor do malte lembra

chocolate e caramelo. Dá também para perceber

aromas de ameixa seca, cereja e banana.


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20Aug

Da Mesopotâmia à sua mesa.


A palavra Chopp origina-se do alemão schopp, mas sua origem vem da  Mesopotâmia, região onde hoje é o Iraque, há cerca de 6.000 anos. Já a cerveja só foi criada depois da invenção do processo de pasteurização, em 1876.Os ingredientes do chopp e da cerveja são os mesmos, mas a cerveja recebe mais uma etapa no processo: a pasteurização, onde a temperatura da bebida que segue para a garrafa tem sua temperatura elevada e depois, rapidamente abaixada, o que dá uma vida útil maior e diferença de sabor. Por ser mais fresco, a pessoa tem a impressão de que o chopp é mais leve, mas a fórmula é a mesma. O modo de preparo da bebida é selecionar bem o grão de cevada, limpá-lo, umedecê-lo e estender em uma câmara de germinação acondicionada entre 18 e 20ºC. Fica por ali durante  8 a 9 dias e é interrompido com uma corrente de ar de 25ºC que seca os grãos, quando já estão desenvolvendo enzimas. Depois são torrados em fornos especiais entre 100 e 200ºC e então moídos. Após isso, os grãos são misturados à água e, depois de três horas,  o líquido é fervido e filtrado. No processo de fervura, acrescenta-se o lúpulo. Só depois o líquido é fermentado, resfriado a uma temperatura de 3,5ºC e transferido para tanques, onde é mantido por 30 dias em temperaturas em torno de 0ºC. Para finalizar, é filtrado para a retirada de partículas em suspensão e para garantir brilho e transparência.

De modo geral, o chopp escuro tem malte torrado ou leva adição de caramelo. Em alguns casos, além da cor, ele pode ser um pouco mais amargo. Existem chopps aromatizados com tabaco, com gosto de chocolate, pimenta e outros. Os belgas colocam frutas na etapa da fermentação para que o chopp assuma o gosto delas, como o de morango e cereja, muito poplulares por lá. Seja como for, tem chopp para todos os gostos, mais ou menos encorpados ou com maior ou menor amargor.

Ah, e essa balela de que engorda é mentira. Um copo de 300ml de chopp tem entre 100 e 120 calorias, o mesmo que um suco de laranja.



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20Aug

Conheça um pouco da história da Kombi, uma unanimidade entre nós.

Você já ouviu falar de Ben Pon? Provavelmente não, mas foi ele quem imaginou um veículo leve de carga usando o conjunto mecânico do Fusca na sua parte traseira. O visionário Pon fez os  primeiros esboços da Kombi em sua caderneta, em 1947 na Alemanha. Dois anos depois começou a ser produzida com motor 1.1 de 25 cv de potência refrigerado a ar, com o conceito de utilitário, tendo  o motorista na parte dianteira e o motor acomodado na traseira. A grande vantagem do utilitário era que o peso da sua carga útil foi colocado entre eixos, o que garantia uma excelente distribuição das massas entre o eixo dianteiro e o eixo traseiro.

A Kombi saiu pela primeira vez nas ruas em 1950, batizada como Transporter, em duas opções de modelos: Kastenwagen, furgão com três janelas laterais e bancos removíveis e o Microbus, com três janelas mas ainda com bancos fixos. Em 1952 surgiu  o modelo Pick-Up com uma ótima área de carga, compartilhamento para volumes um pouco menores entre a caçamba e o piso inferior. No ano seguinte, chegou ao Brasil e começou a ser montada pela Brasmotor,  que no futuro passou a ser chamada de Brastemp. Era importada desmontada e montada em um galpão no bairro do Ipiranga. A ideia era nacionalizar o veículo, e o governo juntamente com o Grupo Executivo da Industria Automobilística e a VW comdeçaram a construção da fábrica em 1956 em São Bernardo do Campo. Em 1957 a Kombi tinha 50% das peças produzidas no Brasil, mas a fábrica só foi oficialmente inaugurada em 1959.

No início dos anos 60 veio a versão 6 portas da Kombi, rara entre os colecionadores, nas configurações luxo e standard. A transmissão logo depois teve  todas as marchas sincronizadas, marcador de combustível no painel e o fim das bananinhas de sinalização. Em 1963 recebeu mais 2 janelas de cada lado nas laterais e nos curvões traseiros, além de vidro maior na parte traseira.  Em 1967, ganhou mais potência: 1500 cm3 com 44 cv e passou a ter seu sistema elétrico de 12 volts e uma barra estabilizadora na suspensão dianteira. Ganhou neste ano também a versão Pick-Up, de cabine simples, que já era um grande sucesso em outros países.

As mudanças não paravam. Foram muitas e não vamos descrever todas aqui não, pra não exagerar.  O último ano da Kombi com motor a ar foi em 2005, vítima por não atender as especificações da lei de emissão de poluentes. A VW lançou naquele ano a Kombi Série Prata, limitada a 200 unidades, todas na cor prata, com vidros verdes e para-brisa degradê, desembaçador traseiro, bancos com forração diferenciada e diversos itens exclusivos. Em 2007, a Kombi completou 50 anos, e ganhou uma versão com apenas 50 unidades,  pintura exclusiva branca e vermelha, estilo saia e blusa, além de diversos itens exclusivos. Foi uma das mais raras versões já lançadas daquela que se tornou além de utilitário, um carro amado pro todos, um símbolo de aventura, anos de outro, boas lembranças, romantismo, liberdade e companheirismo. Em 2013, a Kombi nos deu adeus na linha de produção, mas virou ainda mais coqueluche, ainda mais paixão, disputada por surfistas, artistas, amantes da natureza e da aventura.  

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20Aug

Os faraós não dispensavam uma cerva!

Você sabia que  uma das maiores invenções dos egípcios pra humanidade e que até hoje alegra nossas vidas é a cerveja? Sim, ela era a base da alimentação dos egípcios. Tomava-se no almoço, na janta, nas festas e até naquelas pausas durante o trabalho. E saíam cantando “Alá, Alá, Alá meu bom Alá” (brincadeira). Mas é verdade que nas equipes dos construtores das pirâmides (que não eram extraterrestres), cada grupo escolhia um nome e havia um deles chamado "Bêbado do Faraó (Menkaura)". O hieróglifo para "bêbado" era um homem caído no chão. Diz a lenda que a Deusa Ísis embebedou o Deus Rá, o Sol, para descobrir seu nome secreto. A palavra egípcia para cerveja era "Heineket". Parecido com uma certa marca que sabia o que fazia quando escolheu seu nome. É, a cerveja é muito mais antiga do que as pessoas pensam. Por isso, quando você beber uma lembre-se de jogar um pouquinho pro Faraó!

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20Aug

Cada um tem um jeito de ver a cerveja.

Benjamin Franklin disse:  - A cerveja prova que Deus nos ama, e nos quer felizes. Já James Hetfield, do Metallica, não foi tão, digamos, poético: - Não nos incomodamos se você atirar bosta para o palco, mas não atire à nossa cerveja, é o nosso combustível!  Ernest Hemingway foi mais agressivo: - Um homem inteligente é por vezes forçado a embebedar-se para conseguir aguentar os idiotas com que se vai cruzando todos os dias. O compositor Willie Nelson prefere ser um bom analista sobre a saúde humana: - Existem mais velhos bêbados do que velhos médicos. Zeca Pagodinho é praticamente um psicanalista: - O whisky e a cerveja são os piores inimigos do homem.... mas o homem que foge dos seus inimigos é um covarde! Thomas Jefferson foi além: - A cerveja, se bebida com moderação, torna a pessoa mais dócil, alegra o espírito e promove a saúde.

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